segunda-feira, 18 de junho de 2007

Alda: Menina Invisível

Num dia tão belo e oportuno
invisivel pediu pra ficar,
pra que pudesse peças pregar,
doces roubar e sem medo, transar.
"Eu te afortuno!"
E invisivel passou a se levar

Tudo bem ocorreu até então,
Alda riu, Alda se divertiu;
Alda riu e sentiu tesão.
Mas dum tempão assim passou
e Alda não podia mais voltar.

Visível mais, não podia se tornar.
Tentou e tentou se adaptar,
mas como claro é o destino,
Alda morreu.
De desgosto e solidão.


Para Alda.
Ela acredita fielmente, quando passa por uns momentos específicos, que está, sim, invisível como ar. Espero que não morra, menina, cê é das boas. Louquinha, mas das boas.

Um comentário:

Anônimo disse...

Pode ter certeza de que: Se um dia eu morrer, levo você, o bolero e o café pra debaixo da terra!
hauahauahua
Adoro te!
um beijo